Como funciona a Indústria 4.0: entenda neste artigo

Atualmente, podemos afirmar que praticamente todos os caminhos levarão à Indústria 4.0.

Com o avanço da inteligência artificial, é possível que através da descentralização dos controles dos processos de produção, as inovações tecnológicas cheguem a automatizar os serviços, por conta da proliferação dos dispositivos inteligentes.

Com isso, a competitividade e produtividade dos setores das indústrias serão aumentadas. De outra forma, a relação de pouco interesse do setor público nessas inovações aqui no Brasil podem acabar atrapalhando esses processos.

Mas, existem empresas, como a própria empresa Braniva, que surgiu para mudar esse cenário, buscando se atualizar no mercado,conectando os gestores e empresários através de programas de aceleração para inovar os setores.

Veja a seguir algumas informações sobre como funciona a Indústria 4.0 e confira:

Reforço sobre a indústria 4.0

Recentemente, podemos enxergar a aproximação dos setores públicos com a indústria, e isso foi bem importante.

Foi criado um Programa Rumo à Indústria 4.0 pela Agência de Desenvolvimento Industrial e pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Essas iniciativas foram lançadas em São Paulo, no último Fórum Econômico Mundial.

De acordo com informações compartilhadas, o principal objetivo do programa é fazer com que as tecnologias e o conceito da Indústria 4.0 sejam difundidos juntos às indústrias, de modo que defina o nível de maturidade das empresas no Brasil, e que suas trajetórias sejam traçadas para alcançar os resultados que aguardam e colocar projetos em prática de acordo com as inovações e tecnologias da Indústria 4.0.

Em investimentos, é possível que o programa invista cerca de R$8,6 bilhões para financiar as empresas na importação de robôs.

Um bom sinal sobre a indústria 4.0

Não se pode mensurar quais serão os resultados dessa iniciativa, por ser muito recente. Mas, quando colocamos na prática, esse lançamento faz parte de uma importante iniciativa para abrir outras esferas do governo.

É fato que o poder público recebeu abertura para investir em inovação. E, alguns especialistas afirmam sobre a urgência de modernizar toda a indústria.

Atualmente, cerca de 5% das empresas no Brasil são conceituadas como Indústrias 4.0, e elas exigem apoio do governo. A intenção é aumentar essa porcentagem para 15% em até oito anos.

Existe o risco de ser insuficiente?

Da mesma forma que especialistas afirmam positivamente sobre essas iniciativas, outros dizem que não será suficiente.

Alguns especialistas afirmam que esse programa de iniciativa é bom, mas não vai conseguir suprir o potencial do Brasil, principalmente relacionado ao financiamento de grandes projetos.

 Algumas empresas privadas agem como uma conexão entre o poder público e outros empreendedores. Mas, elas entendem que as iniciativas não podem ser isoladas.

O poder público e as startups — verdadeiras responsáveis pela inovação na economia — precisam cada vez mais somar forças. Porque, se os trajetos levam mesmo à Indústria 4.0, o Brasil chegará lá mais rápido se todos caminharmos juntos.

Como funciona a indústria 4.0?

A Indústria 4.0 é um conceito de indústrias com a proposta de englobar as mais avançadas tecnologias dentro do campo da automação, tecnologia e controle da informação relacionados aos processos de manufatura.

A partir de alguns sistemas como Internet dos Serviços, Cyber-Físicos e Internet das Coisas, a produção passa a ser cada vez mais eficiente, bem como os processos se tornam autônomos e os custos diminuem.

Isso faz com que um período de grande revolução industrial seja iniciado. Com as tecnologias avançadas, as fábricas passam a ser mais inteligentes, e com isso, diferentes mudanças são iniciadas para que os produtos sejam manufaturados de formas que causem menos impacto dos setores do mercado.

Entender como funciona a Indústria 4.0 e fazer com que ela seja uma realidade, faz com que haja uma adoção de um conjunto de tecnologias para formar um sistema de produção emergentes de TI e automação industrial, ou seja, físico-cibernético.

Essa nova formação faz com que as informações que são comunicadas entre os sistemas, máquinas, pessoas e produtos, seja feita de uma maneira melhor, com intensa digitalização.

A intenção desse processo é gerar um ambiente altamente flexível em relação à manufatura, para que, conforme o aumento da demanda dos produtos, eles sejam mais ajustáveis e mais customizados que o comum.